quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

HCAFRO - TURMAS 2014.1


1ª Aula: 

Apresentação da disciplina
Discussão do texto:
GOMES, N. L. Alguns termos e conceitos presentes no debate sobre relações raciais no Brasil. In: uma breve discussão Educação anti-racista : caminhos abertos pela Lei Federal nº 10.639/03 /Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade. – Brasília :Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, 2005. (Págs. 39 a 67). 
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Slide da aula

2ª Aula:

Continuação do texto: Alguns termos e conceitos presentes no debate sobre relações raciais no Brasil.

3ª Aula: Continuação do texto: Alguns termos e conceitos presentes no debate sobre relações raciais no Brasil.

4ª Aula:  Escravos e Escravidão no Brasil (Baixar texto)
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5ª Aula: Filme - Quanto vale ou é por quilo.


6ª Aula - Etnicidade
Baixar texto (pág. 29 a 46).
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Filme Hiato

7ª Aula: Slide sobre os índios no Brasil
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8ª Aula: Documentário: Raça Humana

Apresentação: Semana Científica - Racismo e homofobia no futebol

9ª aula: Escravidão no Brasil: os terreiros de candomblé e a resistência cultural dos povos negros

Instruções para o trabalho da terceira unidade.

Documentário: Candomblé: a cidade das mulheres

10ª aula: Contribuições  dos povos indígenas ao Brasil e ao mundo. Págs. 216 a 215.

Aula final: Slide


7 comentários:

  1. QUANTO VALE OU É POR QUILO é um documentário que retrata a questão do preconceito, vivenciado em ambas as épocas. Vivemos hoje não tão longe dos problemas sociais aonde o governo tenta amenizar a situação dos menos favorecidos, mas essa tentativa de solucionar as adversidades tem um preço que é na verdade a busca pelo seu bem estar político. Nas periferias ocorre de forma degradante a luta pelos meios de sobrevivência. Pessoas são vistas como inferior ao extremo (principalmente negros que, são menosprezados por autoridades). O FILME mostra como escravos eram capturados pelos capitães do mato sem qualquer opção de escolha e levados até senhores de engenhos para os mesmos fins e desprovidos de qualquer coisa. Nos dias atuais a forma de manipular muda, mas a desigualdade ainda é tamanha, assim como o desrespeito também permanece. Nesta relação atualmente jovens e adultos de periferias vivem sem a opção de status para trabalho, e se crucificando por vezes dentro da sociedade fazendo serviços sujos e sendo capturados pelos capitães dos dias atuais.( POLÍTICA, SOCIEDADE,CULTURA). A lei da sobrevivência persiste já que é algo racionalizado apenas pelas leis políticas.( ALUNO; Paulo César/ UNIRB/ SEGUNDO SEMESTRE)

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    1. QUERIDO, MEUS COLEGAS PEDIRAM ESSE FAVOR! PELO AMORRRRRRRR... DE DEUS OLHE COM CARINHO E DÊ MEIO PONTINHO! FORAM NA SALA, MAS VC JÁ TINHA IDO EMBORA! SAIBA QUE AS PALAVRAS SÃO DELES SÓ ESTOU FAZENDO O TRABALHO ESCRAVO,OK!

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  2. QUANTO VALE OU É POR QUILO retrata questões de captura como as dos dias atuais. O quadro dos capitães do mato que mostra a captura de negros que eliciavam a sua fuga devido a uma busca a liberdade. Liberdade carcerada, humilhada e exaustão de africanos escravizados sem ter o direito a dignidade física e moral. Capturado como um selvagem, amarrotado e sentenciado através de chicotes e ferrões. em dias atuais ONGS E INSTITUIÇÕES fazem um trabalho de captura aos menos favorecidos como capitães vestidos da marketing; CARIDADE, enquanto o sistema capitalista não favorece aos que trabalham para esses setores mascarados de caridade o benefício real de ser um cidadão digno dentro da sociedade.

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  3. A ANALOGIA DO FILME RETRATA O RACISMO E A DESIGUALDADE QUE VEM SE FIRMANDO TANTO E TEMPOS PASSADOS COMO EM TEMPOS ATUAIS EM NOSSO COTIDIANO. TENHO UM EXEMPLO EM MEMÓRIA QUANDO MINHA TIA MORAVA EM UM INTERIOR E MENINAS VIVIAM LÁ. PASSAVAM DIFICULDADE DE SOBREVIVÊNCIA, SENDO ASSIM MANDAVA AS MENINAS VIREM PARA SALVADOR PARA CASA DE OUTRAS TIAS, ATÉ MESMO A DE MINHA MÃE PARA TRABALHAR DE DOMÉSTICA,BABÁ...EM TROCA DE COMIDA, ROUPA E MORADIA. JAMAIS CONCORDEI COM ESSE EPISÓDIO. ALGO QUE ME IDENTIFIQUEI COM O FILME, CRIANÇAS QUE SÃO EXPORTADAS DA ÁFRICA PARA OS MESMOS FINS PARA A CASA DE BRANCOS EUROPEUS. ( GABRIEL AUGUSTO/ UNIRB/ SEGUNDO SEMESTRE/ PSICOLOGIA)

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  4. QUANTO VALE OU É POR QUILO nos mostra também a nossa desigualdade, perseguição e como arquétipo que encontramos de nossos ancestrais. Posso citar sobre crianças e adolescentes trazidos no século XIX para servir. Flui nesse episódio o etnocentrismo que vive um período de revolta e silêncio,pois tinham que se converter ao branco Europeu. Cito sobre a mulher que que é um alvo extremamente fragilizado pelo abuso do corpo e trabalho doméstico. Ainda é algo atual dentro das nossas comunidades e sociedade. O silêncio e a conversão ainda existem devido as agressões. Mesmo sendo em quadros diferenciados a nossa lei e tapa peneiras em dias atuais. Os nossos senhores de engenho: POLÍTICA SOCIAL SUBSTITUEM INTERMEDIÁRIOS QUADROS DA NOSSA ESCRAVIDÃO E VIOLÊNCIA.( JOSÉ JERÔNIMO COSTA SANTOS/ SEGUNDO SEMESTRE/ UNIRB)

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  5. Professor Gilmaro, Sou João Paulo Monteiro de Jesus, Aluno do 1º Semestre Turma de Direito Disciplina HCAfro Terça Feira pela Manhã, gostaria de saber se Gabriela Representante da Turma, entregou meu Trabalho da 3ª Avaliação? por gentileza, se possivel me retorne, e-mail: joaopauloferraro@live.com / 71 9107 0253 / 8777 9750

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